LiteraturaCapítulo 9 de 18: Literatura de agora: da poesia concreta à periferia
Como um diário escrito em cadernos achados no lixo virou best-seller?
Porque ninguém tinha contado a favela por dentro. Em 1960, Carolina Maria de Jesus publica o diário da fome e escreve, com a grafia dela, que “A fome tambem é professora”. Daí em diante, sem nenhuma escola mandando, a literatura brasileira se espalha: a palavra partida na página, o livrinho de mimeógrafo, o conto brutal da cidade grande, o microfone no bar da periferia. E, do outro lado do Atlântico, países que escrevem em português contam a guerra e a independência.
No Atlas:Literatura ContemporâneaLiteraturas africanas de língua portuguesaTeoria literária: gêneros, recepção e cânone
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